Luiz Argenta matura vinhos ao som da Bossa Nova

A Luiz Argenta acredita que a vibração e a frequência da música são capazes de alterar a molécula do vinho. Com isso, espera-se que a qualidade da bebida seja melhorada. A trilha sonora que acompanha o amadurecimento do vinho é embalada pela Bossa Nova.

Rudinei Pauletti, enólogo da vinícola localizada na região dos Altos Montes da Serra Gaúcha, explica que, com o som na cave, há a circulação de ondas sonoras pelos poros das barricas e das roscas, os quais também passam o oxigênio que faz a micro-oxigenação.

De forma bem delicada, essas ondas sonoras fazem com que haja uma leve movimentação do vinho na barrica. O resultado é uma maturação mais homogênea da bebida na barrica. A escolha pela Bossa Nova busca valorizar a cultura brasileira, mas também se dá pelo efeito causado no vinho.

A música deve ser lenta, com uma sonoridade elegante, alegre, não tão exagerada. A escolha por Bossa Nova é para valorizar a música nacional, além de ser uma excelente música para ouvir, principalmente degustando bons vinhos“, sugere Pauletti.

Inclusive, um estudo do professor de Psicologia Experimental da Universidade de Oxford, no Reino Unido, Charles Spence, já concluiu que as pessoas podem obter 15% mais de satisfação com seus vinhos se beberem e escutarem simultaneamente o tipo de música adequado.

Ficou curioso para saber o resultado do uso da Bossa Nova na maturação dos vinhos da Luiz Argenta? Experimente, então, os produtos da vinícola da linha LA Classico, LA Jovem e Luiz Argenta Cave.